sexta-feira, 4 de maio de 2012

Seu companheiro te incentiva ou te detona?

O medo que muitas mulheres têm de dirigir pode estar vinculado à falta de apoio dos maridos e de familiares, como pais e irmãos. Existem  três tipos de maridos: os que proíbem as esposas de dirigir e elas acabam tendo que vencer dois medos, o da direção e do próprio marido; o segundo na classificação é o marido neutro, que não apóia, mas também não crítica; o terceiro é aquele que todas as esposas gostariam de ter, pois além de apoiá-las, eles pagam as aulas e fazem questão de saber como elas estão se saindo.
O marido não apóia a esposa porque quando ela começa a dirigir ele acaba perdendo a liberdade, já que vai ter que dividir o carro com ela. Por outro lado o marido que apóia é aquele que deseja que a esposa vá sozinha ao supermercado, que o ajude na direção em uma viagem longa, e até mesmo que ela esteja apta a pegar no volante caso exista necessidade de se fazer um socorro médico,ou até mesmo para não ser pego na blitz da lei seca depois de festinha no fim de semana. 
A grande maioria das mulheres que não dirigem reclamam muito  dos maridos, filhos, namorados e pais, que não tem paciência para ensinar ou apoiar elas quando estão tentando dirigir. 
Na verdade eles sabem dirigir bem, mais não sabem ensinar. Por isso é recomendável que essas mulheres procurem ajuda especializada para as aulas.

Muitas motoristas iniciantes sentem medo. É super normal se sentir insegura no início. Mas evitar dirigir não é o melhor remédio.
O que temos que fazer é superar o “medo de errar” e praticar!
Uma dica: comece dirigindo em dias de pouco movimento no trânsito, de preferência acompanhada de alguma pessoa tranquila ou um instrutor profissional e vá aumentando o percurso gradativamente.


Não se cobre muito e você se sentirá cada vez melhor e mais confiante.


Um comentário:

Anônimo disse...

Existem homens que, apesar de serem poucos, também se sentem inseguros quanto a dirigir. Alguns até conseguiram obter a CNH, mas mesmo assim continuam com medo. É o caso de muitas mulheres que procuram as clínicas especializadas nessa dificuldade.
Mas o meu caso não é esse. Ainda não consegui passar na prova prática e tenho ainda certos medos.
Sou de Porto Alegre. Completarei 32 anos em breve.
Guilherme M., funcionário público e estudante